Mercado Agrícola

Estratégias tradicionais de manejo não funcionam mais?

Estratégias tradicionais de manejo, em que os produtores utilizavam fungicidas e adotavam posicionamentos e programas de controle sem estarem devidamente parametrizados, apenas levados pelo “achismo” e pela vontade própria, foram responsáveis pela insustentabilidade do método durante os últimos 15 anos.

Dentro dessas más práticas, os produtos ou defensivos agrícolas são submetidos a condições em que eles não irão funcionar adequadamente, como por exemplo sob cultivares geneticamente muito suscetíveis a determinadas doenças, locais de alta pressão de inóculo, sob condições climáticas adversas, dentre outros fatores, onde, essas tomadas de decisões incorretas no posicionamento e no manejo, levam a uma pressão de seleção, resultando na diminuição da eficácia com o passar do tempo.

Para você ter uma ideia, atualmente, os fungicidas que apresentam melhor eficácia não passam de 80% e isso ainda em condições favoráveis.

Mesmo considerando que o Ministério da Agricultura exige uma eficácia acima de 80% para registro, infelizmente, a grande maioria dos fungicidas registrados hoje e disponíveis no Brasil para uso não chega a esse percentual de funcionamento.

 

Então, por que essas estratégias tradicionais de manejo não funcionam mais?

 

Porque, principalmente no que se refere ao uso de fungicidas, as estratégias tradicionais de manejo foram colocadas e implementadas de forma equivocada nesses últimos 15 anos e hoje o setor exige mais eficácia e resultados, devido à complexidade do cenário atual. São inúmeras variáveis que precisam ser consideradas para criar um programa efetivo de controle das doenças.

Nos últimos anos, a produção de soja apresentou um considerável aumento, devido a investimentos crescentes no setor, ao emprego de novas tecnologias, às técnicas de plantio direto, ao manejo integrado de pragas, entre outros fatores determinantes para esse sucesso.

Mesmo com todos esses avanços conquistados na produção de soja no Brasil, o setor ainda enfrenta o grande desafio de aumentar a produtividade dos grãos, sem abrir mão da sustentabilidade e sem expandir a área cultivada, pois, esse sistema de produção com a grande competitividade existente no mercado, torna uma atividade de alto risco, que às vezes não perdoa uma tomada de decisão errada.

Por isso, agora é preciso focarmos a nossa atenção para o que está surgindo de novo em relação a técnicas de manejo e manutenção de uma lavoura saudável e produtiva.

E o mais importante é ter a consciência de que cada propriedade e cada cultivar exigem uma atenção diferenciada, insumos específicos e manejo apropriado. Não existe uma única fórmula de sucesso que possa ser colocada em prática em todas as lavouras de soja, por exemplo.

 

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O que funciona nos dias de hoje, afinal?

 

A estratégia que sempre irá funcionar, independentemente de qualquer coisa, é conhecer a fundo a sua propriedade e a sua lavoura e fazer um estudo apurado para concluir quais são as melhores estratégias de manejo, os insumos e fungicidas apropriados. Os objetivos do seu negócio também devem ser considerados para que tudo ocorra conforme o planejado.

No caso de doenças, sabemos que é complicado combinar todos esses fatores complexos para definir quais fungicidas serão utilizados, imaginando quais funcionarão melhor para cada condição de lavoura, genética, clima, data de semeadura, entre outros fatores.

Sabendo desse grande desafio dos produtores, a DigiFarmz utiliza algoritmos, combinando uma quantidade grande de informações e parâmetros para, de uma forma simples e prática, apresentar as informações ao produtor, auxiliando-o na tomada de decisão, com maior precisão, garantindo, assim, uma maior produtividade e rentabilidade.

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