Os primeiros trabalhos de compilação de dados de pesquisas e criação dos modelos matemáticos para inter-relacionar os diversos fatores bióticos e abióticos, iniciaram na safra 2015/16, e se estenderam durante o ano de 2016, e safra 2016/17.

O ano de 2017 foi importante por termos realizado a consolidação dos modelos matemáticos para a Ferrugem da Soja, e quando efetivamente observamos nos experimentos a campo que as orientações obtidas pelos algoritmos, após mais de dois anos de construção e aprimoramento constante, estavam realmente gerando melhor controle da doença e aumento de produtividade.

Foi também em 2017 que desenvolvemos a primeira versão online da plataforma, traduzindo os modelos matemáticos e planilhas em um sistema que podia ser acessado pela internet, permitindo que fosse utilizado através de projetos-piloto por empresas e produtores, já na safra 2017/18.

Em 2018 foi um ano de muito trabalho, onde compilamos um volume ainda maior de pesquisas e finalizamos os modelos matemáticos para as demais doenças, completando o espectro de alvos hoje contemplado na DigiFarmz: Antracnose, Cercospora, Ferrugem, Mancha Alvo e Oídio. Foi em 2018 que alocamos maiores recursos e equipe para desenvolver a segunda onda da plataforma online, ampliando as funcionalidades e implantando todos as novas variáveis para apresentação das eficácias e demais parâmetros para as cinco doenças.

Durante todo esse período foram coletados e processados dados de campo e casas de vegetação de diversos locais do Brasil, ampliando cada vez mais a base de dados que alimenta o conjunto de algoritmos da DigiFarmz.

Até o final de 2018 o acesso era restrito para alguns produtores que foram parceiros nos testes e validações da solução em suas lavouras. Em novembro de 2018, já na safra 2018/19 que a DigiFarmz foi oficialmente liberada para mais produtores poderem contratar as licenças e assim revolucionar a forma como controlam as doenças da soja em suas lavouras.

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