Recentemente, a DigiFarmz percorreu diversas regiões agrícolas do Brasil e Paraguai em um roadshow dedicado a estarmos mais próximos a revendas, cooperativas, gestores comerciais e agrônomos que estão na linha de frente do agronegócio.
Foram dias de conversas francas sobre riscos, oportunidades e desafios que já estão moldando a dinâmica comercial para 2026. E o que ouvimos repetidamente foi um ponto de atenção claro:
O próximo ciclo não permitirá “mais do mesmo”. A operação comercial será mais técnica, mais criteriosa e muito mais dependente de dados e metodologia.
Clique abaixo e assista ao vídeo que preparamos para você sobre os 7 principais aprendizados do RoadShow DigiFarmz:
A seguir, dividimos com você os principais aprendizados que surgiram dessas conversas e que são fundamentais para quem atua com gestão comercial no agro.
1. O crédito agrícola se tornou o centro da estratégia e da preocupação
Hoje, crédito é um dos três pilares que sustentam a produção.
Mas revendas e cooperativas relatam:
Esse cenário tem deslocado produtores para fora das empresas em que historicamente compravam. Não por falta de relacionamento, mas por falta de crédito. E isso abre espaço para novas bandeiras, genéricos e marcas até então pouco presentes no mercado.
A consequência?
A fidelidade não é mais garantida.
2. Marca não sustenta mais previsibilidade
As conversas revelaram algo que já vínhamos observando:
A marca, sozinha, virou apenas preferência de compra, não parceria.
Quando há troca de gerações, limitação de crédito, pressão por preço e entrada de novos players, o comportamento do agricultor muda. Ele compara, testa, negocia e quebra padrões históricos.
Para revendas e cooperativas, isso significa:
3. A distância entre o discurso técnico e a prática comercial aumentou
Quase todas as equipes relataram o mesmo cenário: hoje, o agrônomo tem menos tempo de campo e mais pressão comercial.
Ele precisa atender mais áreas, entender indicadores e isso abre uma lacuna entre o que se promete e o que se consegue entregar em assistência técnica.
A pergunta que fica é: as equipes são realmente técnicas, ou apenas comerciais com discurso técnico? Para muitas empresas, a resposta está doendo.
4. Falta clareza sobre a jornada do time e do cliente
Poucas equipes têm mapeado com precisão:
Sem esse mapeamento, o planejamento comercial fica vulnerável e os times perdem eficiência. As empresas estão buscando método, e isso apareceu com força no roadshow.
5. A alavancagem comercial chegou a um limite perigoso
Boa parte do varejo agrícola está operando no “empate” na venda de insumos.
A rentabilidade hoje vem de indústria, rebate, originação de grãos, recompras ou outros serviços agregados.
O problema é que esse modelo deixou de ser sustentável em muitos cenários.
Se o produto não gira, a conta não fecha. E a pressão por metas e por bater gatilhos tem levado muitas empresas a decisões que aumentam, não reduzem o risco.
6. O volume de dados cresceu, mas a confiança nos dados diminuiu
O mercado está inundado de informações mercadológicas, dados de performance e promessas que não se cumprem a campo.
Isso tem levado revendas e cooperativas a:
O dado se tornou um ativo estratégico, mas só quando é confiável, rastreável e útil na jornada comercial.
7. Recuperações judiciais devem aumentar
Um dado preocupante mencionado repetidamente: há sinais claros de que novas recuperações entrarão no radar do setor nos próximos meses.
Fatores como juros altos, quebras de safra, oscilações de mercado, insegurança política e margens apertadas estão pressionando a saúde financeira das empresas.
A mensagem por trás disso é simples: estruturas frágeis não resistirão.
O ponto central de tudo isso
Todas essas transformações exigem três pilares fundamentais em 2026:
Sem esses pilares, a empresa opera no improviso. E o improviso será caro no próximo ciclo.
É aqui que o DigiFarmz Linkage se torna essencial
O DigiFarmz Linkage foi criado para ajudar revendas e cooperativas a integrar técnica, dados e estratégia comercial em um único fluxo.
Ele entrega:
✓ Recomendações técnicas personalizadas, baseadas em clima, NDVI, genética de cultivares e mais de 50 parâmetros agronômicos.
✓ Inteligência comercial (AgSales Intelligence) para prever demanda, identificar oportunidades e alinhar portfólio ao que realmente acontece no campo.
✓ Organização das jornadas técnica e comercial, da pré-semeadura ao pós-colheita.
✓ Scores e indicadores de desempenho, que engajam o time e trazem clareza para decisões de gestão.
✓ Processos padronizados e baseados em dados, reduzindo a dependência de percepção individual.
✓ Mais segurança técnica e comercial, com informações estruturadas para planejamento, vendas e relacionamento com o produtor.
Em um ano em que cada movimento importa, o DigiFarmz Linkage oferece o suporte necessário para estruturar equipes, reduzir riscos, fortalecer relações com o produtor e operar com mais previsibilidade e confiança